Novo videoclip da banda Overworld, já tinha ouvido algumas músicas deles, mas não houve nenhuma que me chama-se muito a atenção, mas adorei esta!
quarta-feira, 5 de junho de 2013
segunda-feira, 3 de junho de 2013
SIRENIA - Seven Widows Weep
Videoclip da banda Sirenia, que fará parte do próximo albúm "Perils of the deep blue",que irá ser lançado a 28 de junho. A música está brutal! estou curiososa para o novo albúm.
Tracklist:
01. Ducere Me In Lucem
02. Seven Widows Weep
03. My Destiny Coming To Pass
04. Ditt Endelikt
05. Cold Caress
06. Darkling
07. Decadence
08. Stille Kom Døden
09. The Funeral March
10. Profound Scars
11. A Blizzard Is Storming
Bonus:
12. Chains
13. Blue Colleen
Ps.- ultimamente não tenho tido grande tempo para o blog porque estou com montes de trabalhos para fazer

Tracklist:
01. Ducere Me In Lucem
02. Seven Widows Weep
03. My Destiny Coming To Pass
04. Ditt Endelikt
05. Cold Caress
06. Darkling
07. Decadence
08. Stille Kom Døden
09. The Funeral March
10. Profound Scars
11. A Blizzard Is Storming
Bonus:
12. Chains
13. Blue Colleen
Ps.- ultimamente não tenho tido grande tempo para o blog porque estou com montes de trabalhos para fazer
sexta-feira, 24 de maio de 2013
segunda-feira, 20 de maio de 2013
Kandia - Scars
Novo videoclip da banda portuguesa Kandia. É o primeiro single do seu segundo álbum " All is Gone"
domingo, 12 de maio de 2013
Música pode ser tão viciante como drogas psicoativas
Segundo um estudo desenvolvido na Universidade McGill, no Canadá, o prazer que sentimos ao ouvir música está relacionado com a libertação de dopamina no cérebro, numa reação semelhante àquelas que são causadas pela comida ou pelas drogas psicoativas e que podem causar dependência. A relação entre o cérebro e a música vai ser analisada no simpósio “Music, Poetry and the Brain”, que se realizará no dia 25 de Maio, na Reitoria da Universidade Nova de Lisboa.
O grupo de investigadores dirigido por Robert Zatorre (um dos organizadores deste simpósio) da Universidade McGill, mediram a libertação de dopamina e a forma como provocava arrepios, aumento do ritmo cardíaco e da temperatura corporal quando os participantes no estudo ouviam uma música de que gostavam.
O grupo de pesquisa explica que “a dopamina é importante porque nos faz querer repetir comportamentos. Esta é uma das moléculas que mais contribui para que as dependências existam. Neste caso, a euforia causada pela música é reforçada pelo nosso cérebro, tal como acontece com a droga. Se estados emocionais induzidos pela música podem levar a libertação de dopamina, como indicam os resultados, isso pode explicar o motivo pelo qual as experiências musicais são tão valorizadas”.
Verificou-se que os participantes tiveram um aumento de entre 6 e 9% nos seus níveis de dopamina quando gostavam de uma música em comparação com o grupo de controlo da experiência. Em estudos anteriores com drogas psicoativas, como a cocaína, o aumento relativo de dopamina no cérebro tinha sido superior a 22%, enquanto que quando comiam refeições de que gostavam o aumento foi de até 6%.
Os pesquisadores responsáveis pelo estudo avançam que estes resultados revelam o motivo pelo qual a música é utilizada para manipular estados de prazer, tanto em rituais como no marketing”.
Num dos exercícios do estudo, Robert Zatorre utilizou ressonâncias magnéticas funcionais para entender melhor quando é que dopamina é libertada e descobriu que a experiência de prazer começa com a antecipação do momento de ouvir a música, mas este prazer causado pela antecipação provém de uma zona do cérebro completamente diferente daquela que “sente” a música. Zatorre considera que “este estudo mostra uma extraordinária interação entre a cognição, a cultura e a fisiologia da dopamina”.
Estas e outras fascinantes descobertas vão ser apresentadas no simpósio “Music, Poetry and the Brain”, organizado pela Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa e pelo Goethe-Institut, de programação coordenada por Armando Sena (Lisboa) e Robert Zatorre.
Este encontro não está vocacionado apenas para especialistas em música ou neurociência. As intervenções dos oradores convidados serão adaptadas ao público em geral. Assim, quem se interessar por música, arte, ciência e pela criatividade humana pode inscrever-se no site http://www.musicpoetrybrain.com/ até 15 de Março.
O grupo de investigadores dirigido por Robert Zatorre (um dos organizadores deste simpósio) da Universidade McGill, mediram a libertação de dopamina e a forma como provocava arrepios, aumento do ritmo cardíaco e da temperatura corporal quando os participantes no estudo ouviam uma música de que gostavam.
O grupo de pesquisa explica que “a dopamina é importante porque nos faz querer repetir comportamentos. Esta é uma das moléculas que mais contribui para que as dependências existam. Neste caso, a euforia causada pela música é reforçada pelo nosso cérebro, tal como acontece com a droga. Se estados emocionais induzidos pela música podem levar a libertação de dopamina, como indicam os resultados, isso pode explicar o motivo pelo qual as experiências musicais são tão valorizadas”.
Verificou-se que os participantes tiveram um aumento de entre 6 e 9% nos seus níveis de dopamina quando gostavam de uma música em comparação com o grupo de controlo da experiência. Em estudos anteriores com drogas psicoativas, como a cocaína, o aumento relativo de dopamina no cérebro tinha sido superior a 22%, enquanto que quando comiam refeições de que gostavam o aumento foi de até 6%.
Os pesquisadores responsáveis pelo estudo avançam que estes resultados revelam o motivo pelo qual a música é utilizada para manipular estados de prazer, tanto em rituais como no marketing”.
Num dos exercícios do estudo, Robert Zatorre utilizou ressonâncias magnéticas funcionais para entender melhor quando é que dopamina é libertada e descobriu que a experiência de prazer começa com a antecipação do momento de ouvir a música, mas este prazer causado pela antecipação provém de uma zona do cérebro completamente diferente daquela que “sente” a música. Zatorre considera que “este estudo mostra uma extraordinária interação entre a cognição, a cultura e a fisiologia da dopamina”.
Estas e outras fascinantes descobertas vão ser apresentadas no simpósio “Music, Poetry and the Brain”, organizado pela Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa e pelo Goethe-Institut, de programação coordenada por Armando Sena (Lisboa) e Robert Zatorre.
Este encontro não está vocacionado apenas para especialistas em música ou neurociência. As intervenções dos oradores convidados serão adaptadas ao público em geral. Assim, quem se interessar por música, arte, ciência e pela criatividade humana pode inscrever-se no site http://www.musicpoetrybrain.com/ até 15 de Março.
Subscrever:
Mensagens (Atom)